Hoje em dia, alguns rituais populares se firmaram como a mais perfeita tradução do Dia das Mães. São eles: o ritual dos engarrafamentos nas entradas dos shoppings, o ritual das filas nos caixas das lojas e o ritual da espera nas portas dos restaurantes a quilo ou das churrascarias rodízio. Sem excluir, é claro, o ritual do almoço em família preparado pela própria homenageada, que permanece até hoje, apesar de alguns protestos feministas.
É importante destacar também uma nova tendência que está surgindo: alguns filhos estão optando por presentear suas mães no Dia das Bruxas. Eles devem ter lá seus motivos.
Mas conhecer as verdadeiras origens dessa data destinada a nós, mães, e aos comerciantes (não necessariamente nessa ordem), não muda a nossa forma de encará-la. Pois basta receber um desenhinho tosco, uma toalhinha de lavabo com a mãozinha do filho pintada, um bilhetinho carinhoso ou simplesmente ouvir a frase “Mamãe eu te amo” e pronto. Está feito o estrago. Murmuramos um emocionado “Ai, que fofo”, deixamos uma lágrima escorrer, nos tornamos a mulher mais feliz do mundo e estamos prontas para organizar o melhor almoço do ano ou para nos lançar heroicamente na primeira fila de churrascaria que aparecer.
Por tudo isso, Feliz Dia das Mães para todas nós!
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Comentários
Ri um bocado, mas concordo com você, na realidade somos escravas e não rainhas. O grande problema é o fato de um carinho, um beijinho de um filho, fazer desmoronar qualquer plano anterior.
Um grande abraço!
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