Em ano de eleição, já estamos acostumados a um festival de picuinhas, asneiras e baboseiras de uma maneira geral.
Enquanto rola essa babaquice, a gente continua se ferrando em casa, na rua, no metrô, no aeroporto, no ônibus, no hospital, na escola, nas inundações.
E foi pensando justamente nas inundações que me ocorreu a frase “Foi um rio que passou em minha vida...”. Com ela veio junto uma paródia da música de Paulinho da Viola. Espero que ele me perdoe por ter cometido tal barbaridade.
ATENÇÃO: LEIAM CANTANDO!
Se um dia
O cidadão for consultado
Pra dizer se votou errado
Será difícil negar
O cidadão tem mania de por
O voto na urna e abobar
A marca dos nossos enganos ficou, ficou
E vai ser foda de apagar
Também, ah, também...
Um político que mente
E que enrola todo o tempo
O cidadão, especialmente,
Quando é ano eleitoral
Só aumenta a riqueza
Sacaneia o eleitor
E ninguém, que eu me lembre, já gritou
Balela! Balela!
Na briga pelo Alvorada
O meu povão já dançou!
Ah, mas que esparrela...
Os palanques vão bombar!
E assim o cidadão detonado,
Com o seu bolso lesado,
Não sabe em quem vai votar
Só sabe que na reta tá o seu cu!
É a hora do créu, não adianta chorar!
Só não rio porque sei que nessa vida...
Sempre dá para piorar...
Só não rio porque sei que nessa vida...
Sempre dá para piorar...
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